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https://youtu.be/NV6NIJH-chE

20160311

Introduçao Para O Seu Zé! O da Pilintra Aquele Da Boemia!




Ao começar uma poesia com a palavra: Despejo,

De repente paira, abandonado, a ideia de desejo,

Nesta será como é: 

despejo os fluidos genuínos das trepadas,

Assim, ao sobrevir o outro lado - palpadas,



Minhas próprias mãos tateam e apalpam - a garantir-se,

De que aquilo seria bem pintada e formara-se -no meu trato,

salve-se aquelas que não puderem, disso enfeitam vidro,

Sô daqueles; da malandragem antiga,

visto terno e cartola, ando nos rala e rola da roda de samba,



Com respeito de Zé Pilintra, uso seu instrumento canção,

Três dedos numa caixinha de fósforo dita o rítmo do cavaco e pandeiro,
  Um dedo marca o pranto; para fazer o                    povo entrar no canto.

                                 

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