Ao começar uma poesia com a palavra: Despejo,
De repente paira, abandonado, a ideia de desejo,
Nesta será como é:
despejo os fluidos genuínos das trepadas,
Assim, ao sobrevir o outro lado - palpadas,
Minhas próprias mãos tateam e apalpam - a garantir-se,
De que aquilo seria bem pintada e formara-se -no meu trato,
salve-se aquelas que não puderem, disso enfeitam vidro,
Sô daqueles; da malandragem antiga,
visto terno e cartola, ando nos rala e rola da roda de samba,
Com respeito de Zé Pilintra, uso seu instrumento canção,
Três dedos numa caixinha de fósforo dita o rítmo do cavaco e pandeiro,
Um
dedo marca o pranto; para fazer o povo entrar no canto.
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