Havia algo de inusitado naquele dia! Tudo parecia estar no mesmo lugar
de ontem, inclusive pessoas e bichinhos! Como se saíra da porta de casa chegara
à calçada e tirara os óculos, limpara-os, areara deveras as vistas pusera-os novamente…
Tudo na mesma!
É estranho não é? A explicação – pudera - seria tal qual nenhuma pessoa
sujou a bunda até agora e não precisasse asseá-las quem sabe pensar quanto ao
problema residir nada mais nada menos em uma criatura, a mais improvável oras
bolas não ata nem desata; aquilo tudo parou para esperá-lo?! De certo o quê?
Esperar um bundão desbundar? Há solução para isso? Realmente é de uma
“insolitude” infernal, não consegue fazer e acontecer desse modo.
Que entediante e também não se sentaria no banquinho da praça “assistir”
ao tempo passar. Ao trabalho, disse! - Macacos me mordam me belisquem devem
estar todos parados desde ontem e segundo os meus cálculos a partir desses que
vi, seguem do mesmo modo atreitos desde as 17 horas e 58 minutos, ou seja,
todos levantando o grupo das partes globosas na porção inferior do dorso para
projetarem-se às sua casa, pois tudo parou: meu chefe deve estar como uma
estátua com o dedo enfiado no nariz e olhos arregalados mirando a tela do
computador simultaneamente descendo bronca num de seus subordinados – isso
sempre acontece. Todos os dias!
- Sentar-me-ei bem aqui na calçada na entrada de minha casa. Desato o nó
da gravata, desabotoo alguns botões da camisa e nem o meu cachorrinho vem
brincar comigo. Por que será isso? De prima penso em ser sinal dos Deuses, e
logo qual deles, há tantos que pregam que já nem sei mais quem é quem. Sugiro
uma passeada quem sabe desperta um sentido para tal. Irei gargalhando em suas
caras, é vamos brincar um pouquinho outro já teria feito deste fato um horror-suspense
estaria quase a matar-se. Pego a bola dessa criança que pela cara deve ser irritante
- imagino Jordan - e sigo a caminhada sem rumo nem rumores muito menos “roedores”.
Negar-me-ei pensar coisas as quais se passaram nem quero saber disto que
acontece neste tempo que parou me poderia ser desastroso.
- É o meu dia hoje se parou foi pra mim, em me deixar ser eu mesmo um
dia inteiro sem aparições nem aspirações. E a busca da real essência vital
individualista dos seres; isso provavelmente acontece com todos em algum
instante da vida principalmente para aqueles desprovidos de destreza, como eu.
Num passo em que as voltas já não se encontram mais, desconectado com minha
própria asneira as quais me guiam pelos corredores afora. Quem pode escolher
sua própria aceitação, justo aqui ensoberbecido de tramóias entre uns e alguns,
nestes nós estamos inclusos, sem dor de dente ou hemorróidas. Basta! Basta ser
daqui, deste habitat colóquio julgares.
- Segrego cada elemento abordo dessa paisagem que só um havia de me pintá-lo e a construí-lo, para esfregar na minha cara o ser que ele é vulgarmente tropeiro vago da banda despida do mais pleno nada. Despido do nada é a mesma coisa que tomado por tudo, nada muda. Agora me sinto sempre me sentiu e todos o sentem, “cafungo” um cheiro estranho, um odor terrível pra ser sincero, podre, de súbito tudo volta a se mexer, até a brisa!
- Segrego cada elemento abordo dessa paisagem que só um havia de me pintá-lo e a construí-lo, para esfregar na minha cara o ser que ele é vulgarmente tropeiro vago da banda despida do mais pleno nada. Despido do nada é a mesma coisa que tomado por tudo, nada muda. Agora me sinto sempre me sentiu e todos o sentem, “cafungo” um cheiro estranho, um odor terrível pra ser sincero, podre, de súbito tudo volta a se mexer, até a brisa!
