Show

https://youtu.be/NV6NIJH-chE

20160225

Heroes (Bowie) - *"(’Sermos para sempre')"


Caricatura

I don't know where I'm going from here, but I promise it won't be boring.
 David Bowie

 

1 – “Eu serei rei e você minha rainha":

 dando conotação de que um completamente o outro. “Viver um para outro” sem o compromisso da obrigação!

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2 - “Por nada, simplesmente”

Sem motivos ou interesses,”puramente “ por serem um do outro –no caso ‘serem' é por quê algo os liga. E o puro eu quis dar o sentido de um que vai além daquele cujo o ser humano é capaz de vivenciar, já que o homem enfia à esse sentimento impurezas, digamos assim, advindos de suas inseguranças internas, a qual ele mesmo já as possui, e por conta dessa fraqueza as influências externas o possuirá. Sujando o amor que na verdade só quer ser isso: Amar. *Minha opinião- o homem, ou não foi feito para amar, ou não lhe cabe esse “fardo”. É só pelo motivo da sua incapacidade para tal. Alguns sentimentos o ser humano é incapaz de desfrutar pela por conta da sua própria consciência. E o amor só quer que seja sabido ou descoberto que este existe,sem se importar pelo quê ou por quem e não exige ou obriga o mesmo de volta – não o necessita.*

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3 - “Podemos ser isso por um dia, só por um dia”


Um desejo, vontade, sonho de sentir esse modoqual ele vislumbra essa relação e vivência-lo com a esperança de que ela também vivencie isso. Viver o sobre humano, transcender o ser e também o ‘modus vivendi” humanoide. Pra ele seria “sentir o gosto” da plenitude do amor.
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4 “Você poderia ser importante e eu bebo o tempo todo”:


Aqui ele remete ao comportamento tradicional de um caso humano contrapondo a frase anterior. Ela poderia ser algo de bom na vida dele(sua vontade:humana) como o “sonho” não aconteceu vai aliviar a “dor”, frustração.CONTINUAR

 
Show em Londres de Bowie cantando Heroes...

20160222

Versos



يتونو*



I   

Se...

 
Se não entendesse os versos me seria vergonhosos, 

Por isso segui em frente determinado sanguinoso,

 Pior a minha vontade de estilhaçar para notar,

 Se encontro algo que me dê um clarão,

 Não adianta fúria, nem nada, sou um turrão

II


     Caem!...

 
Enquanto que não sei se por escolha ou por brincar,

  Continuo “embaixar” desses trovões a chicotear,

  Me encharco, dos pingos - por muitas vezes caem do céu,

  Me pergunto por que será que continuo nesse altar,

  Corro, corro, corro...

Ninguém sabe o que vêm debaixo, outrora cá de cima,

  Curtimos todos as signaturas, do poder bravio, aquele o qual possuímos junto da "sublima”, 

Quisera poder beijá-la, fortemente, para descobrir seu real encanto, e seu gosto puro de quem está se exalando, exprimindo, soltando a sua abnegação.
Há raios...

III


            Viva!                      

 
Descansar e encher olhos de mar? 

Queria poder dizê-la poucas e areias, 

Sossega o mata-leão que auto-punes,

  E corre ao primeiro HAVER, 

Não desgoste do tempo sem pluma, esqueceste da tua lua?



*Versos em Pashtu.




Mar Adentro - Filme Espanhol com Javier Bardem.

20160221

Documentário sobre Bertolt Brecht!



Documentário de uma passagem de um momento importante de Brecht onde definiria sua próxima linha e montagem. Uma análise das coisas q estavam acontecendo ao seu entorno!
Vale a pena assistir!!!!
Dimitri W.

20160218

Meio Copo!




Havia algo de inusitado naquele dia! Tudo parecia estar no mesmo lugar de ontem, inclusive pessoas e bichinhos! Como se saíra da porta de casa chegara à calçada e tirara os óculos, limpara-os, areara deveras as vistas pusera-os novamente… Tudo na mesma!
 É estranho não é? A explicação – pudera - seria tal qual nenhuma pessoa sujou a bunda até agora e não precisasse asseá-las quem sabe pensar quanto ao problema residir nada mais nada menos em uma criatura, a mais improvável oras bolas não ata nem desata; aquilo tudo parou para esperá-lo?! De certo o quê? Esperar um bundão desbundar? Há solução para isso? Realmente é de uma “insolitude” infernal, não consegue fazer e acontecer desse modo.
Que entediante e também não se sentaria no banquinho da praça “assistir” ao tempo passar. Ao trabalho, disse! - Macacos me mordam me belisquem devem estar todos parados desde ontem e segundo os meus cálculos a partir desses que vi, seguem do mesmo modo atreitos desde as 17 horas e 58 minutos, ou seja, todos levantando o grupo das partes globosas na porção inferior do dorso para projetarem-se às sua casa, pois tudo parou: meu chefe deve estar como uma estátua com o dedo enfiado no nariz e olhos arregalados mirando a tela do computador simultaneamente descendo bronca num de seus subordinados – isso sempre acontece. Todos os dias!
- Sentar-me-ei bem aqui na calçada na entrada de minha casa. Desato o nó da gravata, desabotoo alguns botões da camisa e nem o meu cachorrinho vem brincar comigo. Por que será isso? De prima penso em ser sinal dos Deuses, e logo qual deles, há tantos que pregam que já nem sei mais quem é quem. Sugiro uma passeada quem sabe desperta um sentido para tal. Irei gargalhando em suas caras, é vamos brincar um pouquinho outro já teria feito deste fato um horror-suspense estaria quase a matar-se. Pego a bola dessa criança que pela cara deve ser irritante - imagino Jordan - e sigo a caminhada sem rumo nem rumores muito menos “roedores”. Negar-me-ei pensar coisas as quais se passaram nem quero saber disto que acontece neste tempo que parou me poderia ser desastroso.
- É o meu dia hoje se parou foi pra mim, em me deixar ser eu mesmo um dia inteiro sem aparições nem aspirações. E a busca da real essência vital individualista dos seres; isso provavelmente acontece com todos em algum instante da vida principalmente para aqueles desprovidos de destreza, como eu. Num passo em que as voltas já não se encontram mais, desconectado com minha própria asneira as quais me guiam pelos corredores afora. Quem pode escolher sua própria aceitação, justo aqui ensoberbecido de tramóias entre uns e alguns, nestes nós estamos inclusos, sem dor de dente ou hemorróidas. Basta! Basta ser daqui, deste habitat colóquio julgares.
- Segrego cada elemento abordo dessa paisagem que só um havia de me pintá-lo e a construí-lo, para esfregar na minha cara o ser que ele é vulgarmente tropeiro vago da banda despida do mais pleno nada. Despido do nada é a mesma coisa que tomado por tudo, nada muda. Agora me sinto sempre me sentiu e todos o sentem, “cafungo” um cheiro estranho, um odor terrível pra ser sincero, podre, de súbito tudo volta a se mexer, até a brisa!

20160216

Asas do Desejo de Wim Wenders...

Uma fala de um dos anjos o qual desejava saber como era ser humano:

- "Quando a criança andava balançando os braços, desejava que o riacho fosse rio, que o rio fosse torrente... e essa poça, o mar!
    Quando a criança era criança, não sabia que era criança, não sabia que era criança...
    Tudo era cheio de vida, e a vida era uma só!
    Quando a criança era criança não tinha opinião... Não tinha hábitos, sentava-se de pernas cruzadas, saía correndo... Tinha um redemoinho no cabelo e não fazia POSE para fotos!"


Trecho do Filme!!

20160211

Saiu Tortuosa!

Auguste Rodin

Caído por tamanho fervor,
Jogatina do mais belo furor,
Em uma simples e singela ação,
Pregado nos lençóis lambuzados,
Corrido com leves toques estrebuchados,
Acabou por notar aquele belo faisão,

Suas delicadas pegadas, marcaram presença,
Nas mais elípticas bagunça,
Nem sequer toma conta,
E a garganta,já, livre da poça,
Avidamente é sugado pela abadessa,
Agora, contrariado, chuta a quem lhe enfrenta,

Teus dedos finos, causam-me asco,
Chego a pensar em cotejar o chasco,
Por vezes, quisera eu gargalhadear,
Junto com toda essa reunião solene,
Busco ela para juntos; ser perene,
Cansei de balburdia, agora quero chicotear,

Jorra belezas de lábios escarlate,
Solta todo o pudor chatos,
Nunca mais se percebe a aproximação,
Nem assim vai por mim,
Que fazes para ver-me assim...
Derrubas e cola-me ao chão,
Lava-me desta falta de ternura,
O óbvio é uma loucura,
Sujo todos, com a vergonha;
Transeunte do frescor,
Quero mais é que venha.

Programa Roda Viva - Darcy Ribeiro 1988


                               
Darcy Ribeiro um ícone de homem brasileiro. Um dos maiores antropólogos que o mundo e principalmente o Brasil já teve. Programa Roda Viva da Cultura com este intrépido brasileiro!!!

20160126

Lagoa Ácida!

Munch



Casado sem causa,
Desperta a horta seca;
horizonte perdido, causa,
Aforismos despeitados desseca,

Sente-se revolto delinquente,
Estante da musa pobre;
soltou-se no intuito em umedecer,
Mais um dia de beleza -
vazia, adoro-te sem razão;
numa falta tardia



20151029

Devaneios!


    É claro que o meu mundo não te pertence e nem ouse dizer: mais! Jamais te pertenceu! Que dizes para mim, não me agride... Mais! Se passou a me sentir tão longe, tão distante que hoje me é indiferente; tanto faz, com ou sem: vivo! É, findou nisto.

    Dizem que é pior caso causasse raiva, caso machucasse, caso despertasse, em mim, um sentimento agressivo ou destrutivo, pois do outro não acorda nada - oras se me foi indiferente estar ou não raivoso é, com efeito, me causou algum tipo de reação. Pode-se dizer, pois, que a falta de resposta a uma ação dá-se pela capacidade de controle sobre o corpo, mente e, principalmente, sobre esta sensação!

    Quase escapou uma série de alternâncias: a vingança do amor dividido seria uma forma de escapar da realidade numa fuga onde o real prejudicado é o próprio agressor, e, sim, a má consciência acomete de alguma forma. Querias com todas as minhas andanças pestanejar sobre o meu cadáver? Informo-lha - astuto! - minhas pregas vocais estão afinadas como uma esfinge penetro em tuas entranhas marco as treitas boçais sem tempo.

    Posso uma vez mais sacudir tua consciência!? Jorra o papel aveludado por orgulhos chinfrins não sabes nem mesmo fazer valer o que tens de bom não consegues enxergar a graça destes movimentos, novamente passa-se em busca do nada para que os arpejos cintilantes? Visto a maior blasfêmia que esta Terra gerou!

Dimitri Wittkopf


Take It - The Song Of Dreamers