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https://youtu.be/NV6NIJH-chE

20160222

Versos



يتونو*



I   

Se...

 
Se não entendesse os versos me seria vergonhosos, 

Por isso segui em frente determinado sanguinoso,

 Pior a minha vontade de estilhaçar para notar,

 Se encontro algo que me dê um clarão,

 Não adianta fúria, nem nada, sou um turrão

II


     Caem!...

 
Enquanto que não sei se por escolha ou por brincar,

  Continuo “embaixar” desses trovões a chicotear,

  Me encharco, dos pingos - por muitas vezes caem do céu,

  Me pergunto por que será que continuo nesse altar,

  Corro, corro, corro...

Ninguém sabe o que vêm debaixo, outrora cá de cima,

  Curtimos todos as signaturas, do poder bravio, aquele o qual possuímos junto da "sublima”, 

Quisera poder beijá-la, fortemente, para descobrir seu real encanto, e seu gosto puro de quem está se exalando, exprimindo, soltando a sua abnegação.
Há raios...

III


            Viva!                      

 
Descansar e encher olhos de mar? 

Queria poder dizê-la poucas e areias, 

Sossega o mata-leão que auto-punes,

  E corre ao primeiro HAVER, 

Não desgoste do tempo sem pluma, esqueceste da tua lua?



*Versos em Pashtu.




Mar Adentro - Filme Espanhol com Javier Bardem.

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